domingo, 6 de outubro de 2013

CANSADO



É isso. O título resume todo o meu estado físico-psíquico, aliás tudo o que sou agora.

Nas últimas semanas (na verdade mês) parece que a única coisa que tenho feito foi estudar, mas claro que não. A verdade é que usava todo meu tempo livre quase que exclusivamente para os estudos. Vinha me preparando mais uma vez para outros concursos. Eu acordava pra estudar, comia para estudar e estudava para dormir. Nos tempos intermédios eu dava suporte no supermercado, local que cada dia mais odeio estar. O resultado de tudo isso além das olheiras constantes foi um mal humor incontrolável que tomou posse de mim.

Eu me considero um cara muito sonhador e com objetivos fortes. Embora com 27 anos e ainda não tendo conquistado nada do que desejo, eu continuo acumulando sonhos, dia após dia. Já disse isso aqui antes, e repito para não causar dúvidas, gosto muito de estudar. A causa maior do meu cansaço e consequentemente do meu mal humor não foi os estudos, não mesmo. A causa maior é a espera. Parece que tenho esperado minha vida toda, mas não.

Espero sair dessa cidade que tanto odeio...
 ... andar minha vida com meus próprios pés...
 ... trabalhar em um local onde mostre toda minha disposição, força, talento, conhecimento e cresça profissionalmente...
 ... ter amigos de verdade que compartilhem seus problemas comigo, e eu, os meus com eles...
 ... virar a noite fazendo loucuras, como se criança novamente, me divertindo, aproveitando o momento...
 ... encontrar alguém especial que esteja disposto a enfrentar o mundo comigo...
 ... dá e receber muito amor, esquece que um dia esse mal humor me possuiu...

Poderia esticar essa lista por mais 10 ou 20 linhas mas tudo pode ser resumido em uma única palavra: viver. Por mais piegas que seja, eu afirmo que a razão do meu cansaço é a espera para viver. Estou muito cansado de esperar por tanto tempo por algo que já poderia ter vindo.

Vejo adolescentes de 16 anos que já vivem ou viveram tudo isso (tirando o lado profissional). Eu sou sonhador? - sim; sou forte? - sim; sou otimista? - sim; mas sou covarde? - mil vezes sim. Ou melhor 27 anos sim. Não tenho coragem suficiente para assumir o que sou, para viver uma vida que deseje, para recusar coisas que não queira... Minha única coragem é de esperar. Por quanto tempo, não sei. Mas o cansaço só aumenta.

Então é isso, estou forte, sonhador, otimista mas covardemente cansado de esperar.

abraços gays!          

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

GAYMANCE

Por ser gay acredito que sou diferente de outros garotos/homens heterossexuais. Não que seja regra, mas os homossexuais estão predispostos a vivenciar as mesmas experiências que os heterossexuais vivenciam durante sua criação, porém de maneira diferente. Por quê?

Eu gosto muito de usar o exemplo do que a mídia mostra. Na minha infância/adolescência, lá pelos anos noventa em tempos pré-gaystóricos (uso esse termo para definir o período antes da ocorrência das paradas gay no brasil quando o movimento lgbt teve maior visibilidade), você não via em novelas, séries, filmes ou clipes musicais o tema "amor homossexual". Claro que existiam personagens gays, mas sempre usados como "samambaias", coisas sem nenhuma manifestação de vida que enfeitam os cantos das casas ou camuflam buracos nas paredes. 

Então você imagina um garoto (eu) em plena descoberta tendo que assistir na televisão beijos, amassos, romances, brigas, intrigas, sexo entre homens e mulheres e simplesmente se perguntar: o que diabos esse homem ver nessa mulher sem graça? 

Por mais inocente que seja a pergunta isto remete a afirmativa que citei no início. Um garoto/garota heterosexual vai assistir estas mesmas cenas e provavelmente se identificar com situação, mas isso só me deixava mais confuso. Fui forçado a crer que eu era o alienígena da história e que o erro era meu por não conseguir encontrar nenhuma identificação com os romances heterossexuais. 

Chega até a ser irônico como as coisas acontecem. Eu, nascido em uma família perfeitamente estruturada, bom exemplo de papai e mamãe, tio e tias, irmãos, primos todos heterossexuais e de repente me vejo alheio a tudo isso. O jeito mesmo foi esconder tudo isso e tentar viver no modelo ensinado pela família e reafirmado na mídia. 

Qual o prejuízo de tudo isso? 

Bom, pelo menos para mim, por muito tempo, não sabia que podia existir romance entre dois homens. Para mim, ser homossexual era basicamente você transar com pessoas do mesmo sexo e ponto final.
Dois homens namorando? 
Dois homens se casando?
Dois homens constituindo família?
Isso sequer passava pela minha cabeça de adolescente.

Quando descobri a internet passei a pequisar mais sobre homossexuais. Acho que buscava exemplos diferentes daqueles que eram pregados para mim. Então descobri que dois homens podiam sim se apaixonar, namorar, casar e tudo mais do que acontecia nos romances heteros da TV. Esse foi um ponto decisivo para me aceitar e parar de lutar para me encaixar em um modelo que eu nunca compreendi. 

Atualmente você já encontra vários filmes, séries e até mesmo novelas que abordam o gaymance. Também temos bons exemplos de cantores gays que já iniciam sua carreira sem esconder sua orientação sexual e indo mais longe, ilustrando o real sentimento por tras de suas composições.  Antes um cantor/compositor gay escrevia uma canção baseado em algum fato de uns de seus relacionamentos (homossexuais logicamente), porém no momento de ilustrar isso era mais conveniente por um casal homem-mulher.

Isso ainda é realidade para as grandes empresas da mídia, mas para aqueles que não estão nesse mundo, presos por contratos, fica a liberdade para expressarem suas verdadeiras intenções. O resultado é o que se pode ver em todos os vídeos abaixo.


Abraços e bons gaymances para todos!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

MEMBROS INFERIORES

Se tem algo no corpo masculino que sempre me chamou muito a atenção, e por vezes tirou literalmente meu fôlego em horas e horas trancado no banheiro, são os membros inferiores, particularmente: panturrilhas, glúteos e coxas. Não ligo muito pra estética da parte superior. O cara pode ser gordo, magro, malhado tanto faz, desde que tenha essa "santíssima trindade" bem desenvolvida já vira meu "target".
 
E eis que um belo dia, em uma manhã ensolarada, Cocada está no volante de um carro na companhia de um segundo elemento: o Carona. O trânsito esta calmo, as ruas trafegáveis e os sentidos aguçados para uma direção defensiva. Eis que surge um cruzamento com uma evidente placa de PARE.

Cocada para...

Carona pede para seguir para direita. 

Cocada olha diligentimente para a esquerda e vê apenas o asfalto e nada mais.

Cocada olha para sua frente e se prepara para sair com o carro quando seus olhos de maneira automática percebem algo no outro lado da rua. Sentado em um banquinho, usando shorts brancos, sandálias havaianas e pulseirinha na perna esquerda: O TRIO!

 
Não lembro sequer do rosto do rapaz. A única coisa que conseguia visualizar no momento eram seus BELOS membros inferiores.
 
Cocada começa a fazer a conversão à direita mas sem tirar os olhos daquela cena hipnotizante. Quando de repente o Carona freia o carro bruscamente e grita para Cocada.
 
Olha o caminhão ai na sua esquerda!

Cocada desperta do transe e só vê o caminhão passando a toda velocidade próximo ao carro, quase tocando o para-choque. 
Cocada se recupera da quase fatalidade e continua seu percurso calmamente, sabendo do que iria por vir.
 
 

Pois bem!

Bela história essa. Deixe-me apenas contar um pequeno detalhe. Esse Carona em particular era o avaliador do Detran, esse dia em particular era o dia do exame de direção.


 Será se preciso concluir a história?

Fazer o que? 
Tentar uma próxima vez!

Abraços a todos e até o próximo exame!

  
 

terça-feira, 11 de junho de 2013

A INJUSTIÇA DE SE QUERER PERSEGUIR A FELICIDADE!



Desde pequeno sempre gostei de estudar. Me trancar em um quarto e ficar dedicando horas e horas em aprender algo sempre foi um dos grandes prazeres da minha vida. Acreditava fortemente, e também respaldado pelos conselhos de outras pessoas, que poderia vencer na vida e conquistar tudo que desejasse por meio dos estudos. E nesse lema guiei minha vida, desde infância passando pela adolescência e chegando na juventude. Também pelo fato de ser gay sempre mantive na minha mente (e acho que cativo esse pensamento ate hoje) que no dia que minha família descobrisse poderia me renegar e jogar pra fora de casa e eu ficar totalmente desamparado sem poder contar com a ajuda de sequer um parente (minha família como um todo não julga bem indivíduos homossexuais).
Por este motivo procurei estudar, batalhar cedo pra passar em uma faculdade e garantir meu futuro por meio da minha independência financeira. A partir do momento que me tornasse saldador das minhas próprias contas poderia me assumir sem me preocupar com reações drásticas de família e parentes. Depois dos meus 25 anos finalmente conquistei meu diploma em Engenharia Elétrica, estava muito feliz e acreditando que iria sair tudo conforme os planos. E o que aconteceu? Bom aconteceu que depois de mais de um ano de formado ainda não consegui nada. Enviei centenas de currículos e não obtive sequer uma resposta. Fiz algumas entrevistas de emprego também que não resultaram em nada. O principal motivo disto tudo? Falta de experiência profissional, alegam os selecionadores.
As empresas querem contratar apenas aqueles profissionais com experiência, e eu como recém formado viro estatística. Outro problema é o inglês. As empresas querem pessoas com nível de inglês fluente e de preferência com vivência no exterior. Na minha carreira o salário base é relativamente alto por isso na hora da contratação os selecionadores querem pessoas com currículo impecável, contendo todos os requisitos. A única coisa que tenho é meu diploma, nada mais. Alguns amigos conseguiram emprego por conhecer gente de dentro da empresa (o famoso peixe ou pistolão como queiram). A mim, coube simplesmente juntar minhas coisas e voltar para o interior, pra casa dos meus pais.
No começo me senti extremamente derrotado, fiquei deprimido mesmo. Minha única válvula de escape era o supermercado dos meus pais. Passei a trabalhar dia e noite naquele negócio pra pelo menos justificar o prato de comida que ganhava deles todos os dias. Nunca gostei de trabalhar ali, nunca gostei da cidade, não conseguia encarar as  pessoas fdp que perguntavam quando eu iria arrumar um emprego. Pensava comigo mesmo: se passar mais um ano aqui me mato, seriamente. E o ritmo só piorava. Fiquei totalmente desestimulado para estudar, até tentei iniciar uma especialização mas me senti culpado em deixar meus pais sozinhos cuidando dos negócios enquanto eu aventurava por ai gastando o tão suado dinheiro deles.
Meus pais já estão na casa dos 55-60 anos. Não têm mais o mesmo pique de antes para aguentar uma rotina diária de mais de 10h de serviço. A minha única alternativa era e foi voltar à estaca zero e por a cara nos livros novamente. Se a única coisa que eu sou bom é estudar então que seja, vou estudar para passar em um concurso público e a partir dai retomar meus sonhos.
No começo foi muito difícil, depois de anos e anos em um ritmo de estudos por vezes cansativo tive que retomar tudo aquilo. Surgiu um concurso na minha área a nível federal, mas só tinha uma vaga em outro estado. Pensei : que se dane, vou fazer. Me inscrevi e comecei prontamente a estudar. Tive que me dividir entre o comércio e os estudos. Acordar cedo pra estudar, ir trabalhar, voltar do trampo e começar  a estudar novamente. Havia dias que a única coisa que me motivava continuar estudando, quando o cansaço e o sono batiam, era a vontade imensurável de sair dessa minha condição atual, sair dessa cidade que tanto odeio e mais ainda não depender dos meus pais financeiramente novamente. Fiz a prova e consegui passar em primeiro lugar. Mãe, irmãos, parentes me parabenizam até hoje e parecem intensamente alegres e satisfeitos pelo meu feito, mas eu realmente estou tão indiferente com tudo isso que parece que nada aconteceu.
Apesar de ter conquistado finalmente algo que almejo há tanto tempo, não sinto alegria alguma nisso. Pelo contrário cada dia que passa fico mais preocupado com o que vai acontecer daqui pra frente. Não consigo imaginar como meus pais vão se virar sozinhos. Esse ano que passei no comércio proporcionei uma folga muito grande para eles. As vezes, meu pai só pode ir almoçar porque eu fico no lugar dele. Muitas vezes me deparo com o cansaço dos meus pais. Olheiras, desânimo, sono demasiado. Fico imaginando como será quando eu não estiver por perto. Minha mãe nunca chegou diretamente a mim dizendo que não quer que eu vá trabalhar em outro estado, porém eu percebo a insatisfação dela quando vem me questionar sobre o fato.

Sinceramente não sei o que fazer. Não sei o que vou decidir. Desistir de tudo em prol da saúde dos meus pais ou ir pra longe de tudo isso e pela primeira vez na minha vida tentar viver. Sim tentar, porque eu nunca me dei essa possibilidade. Minha mãe sempre abre a boca para dizer que eu não tenho amor à minha própria vida. Mas o que fazer quando sua felicidade própria pode afetar negativamente a vida das únicas pessoas que você se importa nesse mundo? Sei que é uma pergunta injusta e acredito que a resposta também será.

Uma vez li a seguinte mensagem:
- Para a felicidade sempre se faz a cláusula do egoísmo. Estar feliz significa prontamente que muitos ao seu redor estão infelizes. Felicidade sobretudo é incumbência dos narcisistas. Pois somente eles são capazes de não se importar com a infelicidade do próximo.

abraços a todos...
até a próxima.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

IMPULSO


Sabe essa coisa de impulso. Tipo você passa em frente de uma loja de "qualquer coisa" e olha um "whatever" que você nunca teve e ta com vaga no cartão de crédito e pá-bum sai da loja com a dita cuja e nem se lembra da cara do vendedor.
Pois é, eu levo minha vida muito nesse estilo. Uma hora eu quero isso, outra aquilo, e assim vai... acho isso papo de indeciso mas eu prefiro dizer que gosto de experiementar de tudo. Salve salve ó bendito impulso. Esse  blog foi fruto disso.
Logo quando me aceitei homossexual procurei buscar o máximo de informações sobre o mundo gay e sobre outros homossexuais e suas histórias. Descobri o blogger e com ele pude conhecer a história e acompanhar de certa forma o dia-a-dia de outras pessoas assim como eu. Isso foi muito importante para meu desenvolvimento, porque infelizmente nunca tive uma boa referência de "indivíduo gay".
Então por impulso criei um blog para interagir melhor com essas pessoas e outras que conheceria.
Por um segundo impulso decidi excluir o blog. Por um terceiro impulso recriei o blog com um "plus" a mais. E hoje por um quarto impulso decidi re-re-abrir o blog. Não prometo nada, mas enquanto outro impulso não vier ele vai ficar por aqui.

Depois conto como anda minha vida, se bem que não mudou muita coisa hehe!

Agradeço qualquer ser iluminado que se lembrar de mim... Abraços! 

domingo, 1 de maio de 2011

Housework


Rapaz minha vida esses últimos meses deram uma guinada! Acontece que minha tia que cuidava de todos os afazeres da casa teve que se afastar um pouco e ir acompanhar minha mãe no tratamento de câncer. Daí minha prima mais velha teve que cuidar de todas as responsabilidades da casa. Mas ela trabalha na redação de uma revista e também acompanha eventos e esse mês tem sido muito intenso pra ela. Portanto pra ajudar eu tive que começar a fazer algumas coisas. Eu nunca tive que cuidar de uma casa. Claro que já passei, lavei, cozinhei na medida do possível, não regularmente... também não sou tão cinderela assim e muito menos uma Escrava-Isaura da vida. Mas nessas ultimas semanas tive que fazer isso mais regurlamente... é claro desgasta um pouco mas não achei tão ruim assim não... a gente aprende muita coisa.. principalmente eu que quero morar só um dia! Quem sabe se algum dia eu ficar desempregado ou desiludido da minha carreira posso tentar a sorte como doméstico garanto sua felicidade na cama, mesa e banho.

Cada coisa estranha que tenho visto na tv. Outro dia vi uma transex que se relacionava com uma outra mulher! fim-do-mundo imagino o que a Cleiciane não diria disso.

Ah e uma nova raça de cachorro que não late, cresce pouco e não caga(?) foi assim mesmo que ouvi no jornal...

ah e a piada maaaaaaaaaais engraçada do mundo... porque o pinheiro não se perde hein, hein? desiste!?
Porque ele tem uma pinha.... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk! entendeu?

Glee vai interpretar Friday da da ódiolatrada Rebecca Black. Puts!

Não gostei da nova mini-série-novela da Globo Macho man tenho sofrido Bullying por causa disso;

"Manu Gavassi é a nova Sandy só que ja começou acertando! Começou sem o Júnior!"  Ah que maldoso!

Resolvi entrar em chats pra ver se conheço outros gays pra amizade e conversar um pouco...a maioria só quer saber de sexo quando eu falava que só queria conversar eles me deixavam conversando sozinho acho que eles não entendiam que eu queria comversar COM-ELES... por fim consegui conversar com tres caras, gostei de conhecer mesmo que virtualmente gays da minha cidade. Ainda não me sinto encorajado a encontros reais ja ate recebi convites de um deles mas recusei.

Bom deixa eu voltar pra minhas camisa sujas, cuecas freiadas e calcinhas menstruadas! Isso aqui ta parecendo Twitter my Gosh! 

Abraços@!

domingo, 3 de abril de 2011

Unfriendly


Eita que hoje tem sessão...


Não é de hoje que sofro pela "antisocialidade". Sempre fui muito na minha, discreto, calado, sabe aquelas pessoas que entram na sala e procuram o lugar no canto pra ficar o mais longe dos outros... é esse ai não sou eu! 
Acontece que na verdade nao sou antisocial, pelo menos não me considero...
pensamento do leitor: "Ué entao por que você disse que sofria com a sua antisocialidade?, loka!"
Caras é o seguinte... muitas vezes não me isolo dos outros, eu apenas fico no meio deles só que calado.... eu não sinto tanta necessidade de me expressar para os outros. Sei la! Eu ate me dou muito bem com pessoas que faaaaalam muito, justamente porque eu não falo nada. Na maioria dos casos não sinto interesse na conversa, até tento mas não consigo... dai sempre surge alguma pessoa iluminada pra dizer que sou antisocial....

As pessoas confundem meu estado zen de ser com o comportamento antisocial, daqui a poco vão dizer que tenho perfil de sociopata, esperem só pra ver. E porque eu sofro? Bom eu sinto necessidade de fazer amigos, de conversar de vez enquando, não todo tempo... so que ao mesmo tempo eu nunca conseguiu manter uma amizade com alguem por muito tempo. 
Convenhamos amizade é interesse.... vc tem que estar interessado pela outra pessoa e do mesmo modo a pessoa deve ter interesse em vc... não estou falando interesse sexual! Digo qualquer outro tipo de interesse....

Eis o problema eu nunca me interessei em ninguem pra amizade... Acho q sou muito egocêntrico mesmo, eu tenho interesses momentâneos mas depois que passa passou... 
Deixa eu tentar exemplificar pra vocês,,,, na faculdade tenho muitos "amigos", converso muito com eles, rio, rola muita mulecagem como toda turma, mas é so ali e ponto. Não saio com ele e realmente nem tenho vontade. Não ligo, nem falo no msn ou mando scraps no Orkut... Alias essas redes sociais virtuais só me demonstraram o quanto desinteressado sou porque nem mesmo com elas eu consigo manter amizades... vou processar a google, facebook, twitter... por danos emocionais (isso existe!?).

Então tudo isso só pra dizer que vou tentar ser mais amigável por agora, tentar me interessar pelas outras pessoas e tals... Eu ainda gosto da minha individualidade mas tenho medo de chegar em um ponto da minha vida sem ter deixado rastros... Eu nunca fui de criar laços com nada ou ninguem, amigos de infância, do ensino fundamental, médio, dos cursinhos, da igreja e quero impedir que isso se repita na faculdade e futuramente na vida profissional.


Então vamos traçar planos, estratégias e metas pra não virar um "forever alone" que mêda!
Isso é tudo que eu tinha pra essa sessão, até a próxima...

Abraços@ folks!